
Amor vivo tão só nesta tristeza
Longe do teu olhar, cheio de encanto
Tão longe ando de ti, numa incerteza
Onde minha alma se desfaz em pranto
O teu amor que tanto ambicionei
O pranto desta alma que delira
E a que tão loucamente me entreguei
Não passava, afinal, de uma mentira
Acreditei na vida, e foi assim
Um amor puro e ledo, de criança
Deixar alimentar dentro de mim
Uma alegria cheia de esperança
Perdão plos meus erros conscientes
Para o mal que já fiz e ainda fizer
E para os meus pecados inocentes
E o crime sem perdão, de ser mulher...
FF







